Outra dimensão
Quando a Skoda apresentou pela primeira vez o Superb, em 2001, alterou completamente a imagem que os automobilistas tinham da marca checa. Em 2008, a ausência deste modelo da gama da Skoda (marca que durante anos foi conhecida como produtora de automóveis económicos) já causaria um vácuo, por isso esta subsidiária do Grupo Volkswagen lançou uma nova geração deste topo de gama, um automóvel que continua a ser invulgar no seu segmento.
O Superb é herdeiro de uma berlina de luxo fabricada entre 1934 e 1949, ainda maior que o modelo actual, com 5,5 metros de comprimento e motores de seis ou oito cilindros. Baseado no Volkswagen Passat, o Skoda Superb viu a distância entre eixos aumentada, beneficiando principalmente o espaço interno. O resultado é impressionante, dando origem a um automóvel que é praticamente uma limusine, por um preço ligeiramente acima dos 40 mil euros.
Apesar de não ter crescido em relação à primeira geração, o novo Superb continua a deixar para trás a concorrência mais directa neste aspecto, oferecendo aos ocupantes dos bancos traseiros espaço comparável apenas ao de um BMW Série 7 ou Mercedes Classe S. O maior crescimento deu-se na capacidade bagageira, que passou dos 485 para os 565 litros.
A principal novidade na berlina é que esta pode ter ou quatro ou cinco portas, conforme a necessidade do condutor. A marca checa desenvolveu um interessante método de abertura da bagageira, denominado Twin-Door, que permite escolher entre uma abertura convencional do tampo da mala ou, para facilidade de acesso ao interior, abrir a mala e o vidro traseiro em conjunto, pressionando um segundo botão ligeiramente à direita do outro. Infelizmente, o sistema obriga sempre a pressionar dois botões para a abertura integral da bagageira, o que requer alguma mecanização por parte do condutor, caso contrário é frequente esquecermo-nos de tocar o segundo botão. Seria ideal um modo de memorização da forma preferida de abertura da bagageira.
Desenvoltura sem excessos
A versão de topo do Skoda Superb está equipada com o motor 2.0 TDI da na variante de 170 cv. Este propulsor, usado extensivamente por todas as marcas generalistas do GrupoVW, foi recentemente revisto, tendo o antigo sistema de injector-bomba sido finalmente substituído por um sistema de injecção directa common-rail, uma alteração que não altera visivelmente as prestações do propulsor alemão, mas que reduz o ruído e as vibrações.
O motor de 2 litros não desilude na sua resposta, embora seja um pouco amorfo a baixa rotação. As relações de caixa foram escolhidas para beneficiar os consumos em vez da performance pura, pelo que a versão de 170 cv tem um consumo médio anunciado inferior a seis litros, comparável até ao da versão de 140 cv. A caixa manual de seis velocidades está bem escalonada, mas em alternativa o Superb pode ser equipado com a mais cómoda caixa DSG, de dupla embraiagem, que tanto pode ser usada em modo automático como manual sem os consideráveis intervalos de engrenagem das caixas automáticas tradicionais.
A Skoda dotou o chassis do Superb de uma suspensão dianteira McPherson à frente e multilink atrás, uma opção que privilegia o máximo de conforto, principalmente para os ocupantes dos bancos traseiros, praticamente imunes às irregularidades da estrada. Em termos dinâmicos, o Superb não tem grandes pretensões desportivas, apesar de se revelar suficientemente capaz nas travagens e no adornar da carroçaria. No entanto, a grande distância entre eixos nunca deixa de ser um obstáculo nas curvas mais apertadas. Mas o Superb foi pensado como modelo de luxo, para viagens confortáveis e não para andamentos aventureiros. Estamos na presença de uma autêntica limusine acessível e com requinte mais que suficiente.
Paulo Manuel Costa
Travestido
[AJGTEAM (seguir utilizador), 1 ponto , Sábado, 25 de Outubro de 2008 às 15:36]
Um Skoda nunca deixará de ser um Skoda, por mais voltas k dêem.
Penso k falharam na politica comercial, deviam guardar os topos de gama para os Audi e mesmo VW ( k já há muito deixaram de ser os carros do povo pelos preços insuflados praticados), e guardar a Skoda e Seat para carros populares, investindo na qualidade e baixo preço.
Nunca darei uma pipa de massa por um Skoda, por esse preço compraria uma marca mais conceituada, mesmo k ofereça menos, pagarei de bom grado esse extra.
A imagem também se paga, sobretudo neste escalão ...
Sds
[lisboa10 (seguir utilizador), 1 ponto , Quinta, 30 de Outubro de 2008 às 0:35]
[ Sábado 6, às 17:38, 1 comentários]
Renault revela Mégane Coupé-Cabriolet
![]()
[ Sábado 6, às 17:31, 1 comentários]
VÍDEO: Felipe Massa leva Ferrari 599XX para a pista
![]()
[ Sexta 5, às 15:52, 9 comentários]
Recolha de Honda Jazz não afecta unidades em Portugal
![]()
[ Sexta 5, às 15:30, 0 comentários]
Novo Kia Sportage no Salão de Genebra
![]()
[ Quinta 4, às 13:08, 0 comentários]
SEAT Ibiza recebe versão carrinha no Verão
![]()
[ Quinta 4, às 11:51, 0 comentários]
Peugeot e Citroën anunciam recolha de versões do Peugeot 107 e Citroën C1
![]()
|
|
|
||||
T. 21 4544184 F. 21 4697121 E. autosport@autosport.pt PUB. publicidade@autosport.pt
| Expresso | SIC | Visão |
| Caras | Exame Informática | My Games |
| Activa | Blitz | Relvado |
| Receita do Dia | FHM | Surf Portugal |
| Escape | Vídeo do Dia | Autosport |
| BPI Expresso Imobiliário | Expresso Emprego | Autoguia |










